REVITALIZAR A IMAGEM, OCUPANDO OS ESPAÇOS

Dia 7 de maio, em Curitiba, o PT lançou a pré-candidatura a prefeito do companheiro Tadeu Veneri. Em Porto Alegre, com a retirada da candidatura de Manoela D’Ávila, do PCdoB, a vontade de apresentar nome do PT à prefeitura da capital gaúcha voltou com força na militância petista. Assim também está ocorrendo em Manaus, Macapá, Fortaleza, Natal, Salvador, e outras capitais de estados: há consenso, sobre a importância, para o PT, de ocuparmos os espaços majoritários e proporcionais, e assim revitalizar a imagem do Partido, através da propaganda e campanhas eleitorais, o que por sua vez contribuirá para a eleição de mais vereadoras e vereadores petistas.

Mais que “defender o governo Dilma” e/ou o próprio PT, temos que ter candidatos(as) a prefeito(a) em todas as capitais e grandes cidades, para disputarmos “corações e mentes” através da propaganda, após dois anos sendo difamados, caluniados e injuriados todo o tempo, pela contrapropaganda das rádios, tevês, jornais e revistas semanais. O ideal, em Santa Catarina, seria termos candidatas e candidatos a prefeito(a) nas 29 cidades com mais de 50 mil habitantes, além de Florianópolis, apresentarmos propostas e o conjunto de ações (inclusive leis) e políticas públicas que realizamos nos últimos 13 anos no Brasil, e, em particular, nas mais de 600 cidades administradas pelo PT em todo o país.

Revitalizar a imagem do PT, através da ocupação dos espaços possíveis nas campanhas eleitorais, é imprescindível, do ponto de vista da propaganda política e eleitoral. O Partido sofreu e está sofrendo linchamento midiático de proporções inéditas e desconhecidas em outros países. Lula, a principal liderança das classes trabalhadoras dos últimos 50 anos, e personificação maior do PT, é atacado de maneira sórdida e em escala crescente desde a sua eleição, em 2002.

Resumindo, por melhores que sejam os candidatos e candidatas dos partidos aliados, não podemos propor-lhes – ou esperar – que façam a “defesa” do PT, do Lula, e dos nossos governos, em suas campanhas a prefeito(a). Nesse caso específico, os melhores “defensores” somos nós mesmos, por maiores que sejam as nossas limitações em termos de propaganda e de campanhas. Abrir mão de ocupar espaços que nos permitam fazer a “defesa” de nosso projeto, nesse momento de guerra aberta contra nós, equivaleria a desertar da frente de luta. E a população de Florianópolis merece e necessita o PT nessa campanha, para mudarmos a administração municipal, realizando governo que promova desenvolvimento social, cultural, político, econômico e ambiental para a maioria da nossa população.

(*) Milton Pomar é membro suplente do Diretório Municipal de Florianópolis.

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